Dicas para Poupar:

sábado

Poluição Atmosférica

Poluição Atmosférica

terça-feira

Piscina Biológica

Uma piscina biológica é um lago de banho artificial, impermeabilizado com uma tela plástica de alta qualidade. É composto por uma zona destinada ao banho e outro destinada à depuração da água por processos biológicos e mecânicos.

Uma piscina biológica serve para natação e mesmo para fins ornamentais, mantendo um aspecto visual natural e sendo a depuração da água também executada graças às espécies aquáticas nela instaladas.

Considera-se o lago como um novo habitat para a flora e fauna indígena e protegida das zonas húmidas, em especial para os anfíbios. Assim a instalação do lago de banho desempenhará um papel importante para aumentar a biodiversidade na propriedade e oferecer possibilidades para a observação da natureza.

Bio Piscinas

As biopiscinas têm um custo de instalação igual ao de uma piscina tradicional, no entanto, o custo de manutenção destas piscinas é muito inferior. Estas piscinas não precisam de filtros ou cloro para tratamento da água, sendo por isso muito mais ecológicas. o tratamento da piscina é feito através de uma zona com plantas que filtram naturalmente a água. quando são instaladas prevê-se uma zona para natação e outra para tratamento. A renovação da água é feita de acordo com o ecosistema através da chuva e evaporação.

45 Dicas para construir uma casa mais sustentável

Selecção do local
• Locais pouco expostos ao vento, em particular aos ventos no Inverno
• Locais com protecção natural contra o vento, como encostas ou conjuntos de árvores
• Terrenos não sombreados por outros edifícios
• Ruas com pouco trânsito automóvel
• Locais com acesso a transportes públicos
• Perto do local de trabalho, podendo assim poupar no uso do automóvel
• Perto de comércio local

Integração no local
• Utilizar pavimentação exterior que possibilite a fácil infiltração e drenagem da água
• Manter os espaços verdes para permitir a evapotranspiração do solo
• Evitar o uso de pavimentos betuminosos
• Escolher plantas e árvores que se integrem no local

Desenho da casa
• Orientar a casa com a fachada maior a Sul
• As divisões com a maior utilização orientadas a Sul
• As janelas sombreadas pelo exterior, a Sul e principalmente a Poente
• Janelas pequenas viradas a Norte
• Evitar grandes áreas de janelas
• Uma boa iluminação natural em todas as divisões da casa
• Janelas em paredes opostas da casa para permitirem ventilação transversal

Construção da casa
• Prefira materiais de origem local, como pedras e outros
• Materiais de origem reciclada
• Materiais certificados ambientalmente
• Materiais que possam ser renováveis
• Não se esqueça que os materiais têm um tempo de vida limitado e que terão um dia de ser substituídos, opte por soluções de fácil renovação
• Madeiras de origem certificada, geralmente com origem em florestas controladas
• Isolamento térmico adequado à região, poderá consultar o valor no RCCTE
• Caixilharias e vidro que promovam a redução da transmissão de calor e frio
• Caixilharias que permitam ventilarem a casa facilmente
• Isolamento junto ao solo com materiais que não apodreçam com a humidade
• Cores claras na fachada e cobertura
• Evitar tintas no interior que emitam COV’s (compostos orgânicos voláteis)

Equipamentos
• Lâmpadas de baixo consumo
• Candeeiros com regulação da intensidade de luz
• Sensores de movimento em zonas comuns do prédio
• Electrodomésticos de baixo consumo energético e de água
• Aquecimento com equipamentos que utilizam materiais renováveis, como a madeira ou derivados da madeira (biomassa, pelletes)
• Arrefecimento com ventoinhas de tecto e/ou equipamentos energeticamente eficientes
• Torneiras em que possa ser regulada a quantidade do fluxo de água
• Torneiras termostáticas, i.e. com escolha da temperatura desejada
• Autoclismos com capacidade entre 4 a 6 litros
• Cisternas para aproveitamento de águas pluviais para a rega dos espaços verdes

Energias renováveis
• Colectores solares térmicos para aquecimento de águas
• Colectores solares fotovoltaicos para micro-produção de electricidade
• Míni-turbinas eólicas para micro-produção de electricidade

Resíduos
• Contentores ou depósitos com separação de resíduos domésticos
• Contentores com aproveitamento de resíduos orgânicos na produção de adubo para os espaços verdes

quinta-feira

Características da Casa Ecológica

A Casa
Construa a sua própria casa à sua medida e a seu gosto, (térrea ou de dois pisos), com logradouro, onde poderá vir a possuir: piscina, campo de ténis, parque infantil, jardim, horta, etc. em terreno que possui, ou propriedade da sua família, ou por aquisição em locais urbanizáveis, livre de condomínios vizinhos e litígios inerentes, digamos de “Stress”, tem hipótese de escolher o local de implantação (campo, junto à praia, perto das acessibilidades às cidades)


A Versatilidade
Casa versátil com condições de ser ampliada à medida das possibilidades financeiras e das necessidades do crescimento do agregado familiar.


A Água
A reutilização das águas das chuvas e de sabão é uma realidade, diminuindo drasticamente a factura mensal respectiva e contribuindo para o aproveitamento de um recurso natural que tende a escassear.



O Sol
O astro rei é tratado como uma fonte de energia positiva, aproveitada ao máximo de modo a criar conforto no interior da habitação, a partir da orientação dos compartimentos captando o calor no Inverno e proporcionando ambiente agradável no Verão recorrendo a dispositivos de sombreamento (palas, toldos ou vegetação de folha caduca).
É utilizado no aquecimento de águas sanitárias e na produção de energia, onde a casa tem hipótese de se tornar autónoma energeticamente ou de possuir a sua fonte própria de produção de energia auxiliada pela rede pública.


Os Materiais
A casa será construída com os materiais passíveis de serem reutilizados no fim da vida da habitação (sim porque tudo o que tem um inicio possui um fim, mesmo que seja em gerações diferentes), materiais da região onde vai ser implantada, como consequência, portadores da menor energia incorporada possível, a estrutura poderá ser metálica ou madeira. A taipa, os revestimentos cerâmicos, os gessos cartonados, os isolamentos (térmicos e acústicos), à base de cortiça ou lã de rocha serão uma realidade. O exterior possuirá revestimento cerâmico à cor natural, nas coberturas e nas fachadas funcionando como uma "pele" de protecção, desviadas alguns centímetros das paredes criando uma caixa de ar portadora de conforto em qualquer estação do ano. A deterioração ou o desgaste é a de um qualquer produto natural muito mais durável que uma tinta, fácil de substituir em caso de quebra. São peças que funcionam individualmente através de encaixes, fornecendo aspecto uniforme sem se tornarem uma peça única, resguardam as fissuras dificultando ao máximo as infiltrações infelizmente bastante comuns nos dias de hoje.





A Climatização
O conforto no interior da casa será garantido pelo sol, mas na época em que este escasseia ou é menos intenso, é substituído por um sistema alternativo cuja energia de suporte será à base de electricidade, gás ou biomassa, com o intuito de elevar a temperatura da água que circulará através de piso radiante ou irradiadores aplicados nas paredes dos compartimentos



A Certificação Energética
Em projecto as opções , a organização dos espaços habitáveis assim como a complementação dos diversos componentes da habitação (paredes, pavimentos, caixilharias, vidros, protecções, ventilações, etc) serão considerados de forma a que a casa obtenha uma eficiência energética o mais elevada possível (de modo que a classificação se aproxime de A+), se assim for existirá uma mais valia a todos os níveis (proprietário, ambiente e globo terrestre em geral)


Automação
Também nesta área estamos em condições de indicar o que de melhor e mais moderno existe no mercado, mediante estimativa de custo.



Conceito
Tecnicas de construção Romana adaptadas à actualidade (época do computador e da globalização) onde já se construíam cisternas (impluvium) de armazenamento das águas provenientes das chuvas, as coberturas eram construídas de forma a recolher as águas nos pátios interiores, com o intuito de serem utilizadas nas épocas de ausência de chuva. As casas eram edificadas em locais abrigados, banhadas de sol, através de materiais com elevada inércia térmica, com poucas aberturas para o exterior protegendo-se assim do frio e do calor, aqueciam-se com o auxilio do sol e da lenha que queimavam para cozinhar e "climatizar". A Natureza outra fonte de inspiração sempre actual, apesar de nem sempre respeitada e tratada condignamente.

terça-feira

Relva Ecológica

Ecotelhado

ECOTELHADO é um telhado vivo que possui vantagens que os telhados "convencionais" não possuem, como:


Qualidade do ar: Através da fotossíntese e da aderência dos poluentes ao substrato, os telhados verdes agem como purificadores do ar urbano. O telhado vivo é também um aprisionador de carbono.

Benefício Educacional: O telhado ecológico é a metáfora da sustentabilidade com efeito pedagógico para gerações futuras sendo, portanto, a cobertura ideal para prédios institucionais e escolas.

Protecção do prédio: A cobertura vegetal em um prédio elimina a concentração de calor evitando a dilatação e protegendo o prédio contra trincas. O substrato absorve também as chuvas ácidas. Estes dois fatores elevam a vida útil da construção.

Pluvial: Pela retenção de água e diminuição do fluxo a laje vegetada contribui de forma muito significativa no escoamento de água da chuva conforme pode se constatar no estudo do IPH.

Biodiversidade: Com o crescente desenvolvimento das cidades e de áreas rurais, espécies vegetais e animais têm sido expulsas de seu habitat natural. A cobertura vegetal ou telhado de grama é ferramenta fundamental para a sobrevivência e continuidade da manutenção da vida no conceito urbano que se forma a partir de agora. O telhado ecológico é a solução para cidade moderna.

Acústica: O teto verde diminue a reverberação ao absorver e isola ruídos.

Aquecimento Global: O telhado verde diminui significativamente a necessidade de energia para climatização de ambientes, contribuindo assim para a diminuição de emissão de CO2 e de suas conseqüências.

Conforto Térmico: O telhado verde proporciona excelente conforto ambiental, pois além do isolamento térmico, ele age por evapo-transpiração, perdendo a energia de evaporação da água por ele retida. O telhado vivo também consome energia pela fotossíntese.

Ilhas de calor: Pela evapo-transpiração auxilia no arrefecimento de centros urbanos. A continuidade dos telhados ecológicos na cidade influi muito significativamente para o conforto ambiental das áreas mais urbanizadas.

Valorização do Prédio: Pelos seus benefícios confere ao prédio um maior valor no caso de venda.

Arquitetónica: O telhado ecológico aparece como tendência arquitetônica em um ambiente urbano saturado de concreto, metal e vidro, fazendo um contraponto de cor, vida e renovação. Nova opção de design para indústrias, residências e fachadas devido à variedade de plantas e folhagens possíveis. Cria visual paisagístico em um espaço antes inutilizável. Fácil de instalar, prático e inteligente, totalmente integrado na paisagem. Os telhados verdes ao invés de disputar com a natureza, a usam em benefício da cidade.

Psicológica: O ser humano reage positivamente a espaços naturais verdes, opondo-se a aridez do concreto e do asfalto. Aumenta o senso de comunidade. Pesquisas apontam a rapidez de curas em hospitais onde os pacientes tem a oportunidade de entrar em contato com áreas verdes. O telhado de grama ou ecológico é a realização da utopia de viver em meio à natureza mesmo cercado de prédios.

Lazer: No caso de laje plana o telhado de grama se transforma em uma área de lazer.

Produção de Alimentos: A cobertura verde pode ser aproveitada para horticultura com grandes vantagens principalmente no caso de projetos de casas populares. A produção de alimentos próxima ao consumo, tem sido apontada com elemento de sustentabilidade na idealização da cidade do futuro.

quarta-feira

A sua roupa a carregar a bateria dos seus aparelhos

Pesquisadores do California Institute of Technology (Caltech) podem ter descoberto o Santo Graal de roupas que carregam a bateria dos aparelhos, graças a uma descoberta recente que poderia produzir microfibra flexível e barata com células solares.

A equipe, comandada por Harry Atwater, diz que as células solares flexíveis usam apenas 1% do silício usado numa célula solar comum com a mesma produção de energia. Além disso, a célula flexível faz isso com apenas 5% do tamanho de uma célula normal. A base que sustenta os fios de silício, com micrómetros de espessura, também é reutilizável, reduzindo ainda mais os custos de uma possível calça jeans solar no futuro. E, o que é ainda melhor, as células da Caltech são eficientes, refletindo apenas cerca da metade da energia que uma célula “tradicional” do mesmo tamanho.

Assim sendo, elas são pequenas, flexíveis e baratas. Parece perfeito, mas será que elas funcionam no mundo real? Pouquíssimas delas passaram nesse teste, mas existe muita gente a trabalhar nesse sentido.

Ferrari lança o 599 Hybrid e promete menos 35% de emissões



Os carros sustentáveis vieram mesmo para ficar. Prova disso é o Salão de Genebra 2010, que tem sido uma vitrine de carros tecnológicos e menos poluentes. Uma das escuderias mais cultuadas do mundo automobilístico, a Ferrari aproveitou o evento para lançar o seu 599 HY-KERS – o primeiro bi-motor da fabricadora que promete reduzir o consumo de gasolina em 35% sem perder a imponência da marca.

O híbrido trará para as ruas a mesma tecnologia utilizada pela Ferrari na temporada 2009 da Fórmula 1: a KERS. Com isso, o veículo terá um motor de 100 cv ligado a um sistema de freios regenerativos que transformam a energia cinética das frenagens em electricidade para as baterias.



O motor é alimentado por baterias de iões de lítio, montadas no assoalho do carro para não prejudicar o centro de gravidade. Já o propulsor alternativo, instalado na traseira do veículo, garante um fôlego extra ao bloco 6.0 V12 de 620 cv, e reduz em 35% os níveis de emissões de CO2.

A Ferrari ainda inovou ao trazer um câmbio semi-automático de sete marchas e dupla embreagem – transmissão inédita em carros híbridos e que permite trocas de marchas mais rápidas e maior eficiência no uso da potência e consumo de combustível.



Inspirado no 599 GTB Fiorano, o carro (literalmente) verde da Ferrari deverá entrar no mercado dentro de três ou quatro anos, informou o presidente da Ferrari, Luca de Montezemolo.

Enquanto o protótipo não começa a ser comercializado, os apaixonados pela escuderia podem se contentar com o modelo Califórnia. Equipado com um sistema Stop/Start, o equipamento desliga o motor do veículo enquanto ele está parado, como em semáforos e congestionamentos, acionando-o novamente quando o condutor volta a pisar no acelerador.



A tecnologia promete reduzir o consumo de gasolina (e consequentemente as emissões de CO2) em 6%.